FEBRE AMARELA COMO CONSEQUÊNCIA DA AÇÃO HUMANA

 

A MIRA-SERRA esteve presente na audiência pública “Prevenção da febre amarela” .

O evento foi iniciativa da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do RS.

 

 

 

A representante da ONG, nos 3 min concedidos aos inscritos, corroborou com a fala da deputada Regina Becker mas alertou que a prevenção não pode ser tratada de modo compartimentado, uma vez que aos causas advém de várias frentes.

A expansão urbana com impactos sobre a fauna (como Bugios aparecendo em áreas bem urbanizadas, a exemplo de Guaiba), a “cultura da caça ” que abate primatas não humanos sob pretexto de conter a doença (como em São Francisco de Paula), CETAS (Centros de Triagem de Animais Silvestres) e CRAS (Centros de Recuperação de Animais Silvestres) ausentes ou deficientes para tratar/reabilitar macacos sobreviventes de ataques e o descumprimento à legislação ambiental foram alguns exemplos citados como fatores sinérgicos que poderão tornar um ciclo, até então silvestre, em urbano.

Por fim, solicitou maior divulgação sobre o fato de uma dose da vacina, recebida em qualquer idade, ser eficaz para a vida toda.

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